É variável, por isso a composição é dada a seguir é dada por faixas de valores.
Metano 70% a 90%
Etano 0% a 20%
Propano Traço
Butano Traço
Gás carbônico 0% a 8%
Oxigênio 0% a 0,2%
Nitrogênio 0% a 5%
Gás sulfidrico 0% a 5%
Gases raros Traço
Trata-se de uma miscelânea sobre a engenharia química e áreas afins.
É variável, por isso a composição é dada a seguir é dada por faixas de valores.
Metano 70% a 90%
Etano 0% a 20%
Propano Traço
Butano Traço
Gás carbônico 0% a 8%
Oxigênio 0% a 0,2%
Nitrogênio 0% a 5%
Gás sulfidrico 0% a 5%
Gases raros Traço
Considere um reator do tipo tanque descontínuo contendo um volume V de uma mistura reagente. A mistura é homogênea e uniforme e formada por C componentes e nela ocorrem R reações químicas independentes. As reações são:
Na expressão acima i se refere às reações e j se refere aos componentes.
O balanço material, ou melhor, o balanço molar da mistura conduz as R equações a seguir:
Nesta equação, são, respectivamente, o grau de avanço e a velocidade da reação, ambos referidos a unidade de volume.
O balanço energético conduz a equação:
Nesta equação T é a temperatura da mistura reagente e Tm é a temperatura do fluido térmico que circula na camisa ou serpentina. O fator adiabático de cada reação é
Finalmente,
Nesta equação A é a área de troca térmica e U é o coeficiente global de transferência calor entre a mistura reagente e o fluido térmico. Nestas equações Cp é o calor especifico da mistura. Ele pode ser calculado a partir dos calores específicos dos componentes e da composição da mistura.
Disso tudo resulta um sistema de R + 1 equações diferenciais ordinárias de primeira ordem
As condições iniciais apropriadas são:
Este sistema de equações pode ser resolvido por qualquer um dos muitos métodos de Runge-Kutta [ Lapidus e Seinfeld, 1971]
As informações adicionais necessárias são:
1. A cinética de todas as reações envolvidas em função da temperatura;
2. O calor específico da mistura em função da composição e do grau de avanço;
3. Os calores de reação em função da temperatura e
4. A equação de estado da mistura reagente que rege a relação da densidade da mistura com a composição, a pressão e a temperatura.
Leon Lapidus e John Seinfeld, “Numerical solution of ordinary differential equations”, Academic Press, NY.
Também conhecida como destilação de alto vácuo. Pode ser realizada em um ou mais estágio. Para ser classificada como destilação molecular a pressão de operação deve ser inferior a 1 mbar, podendo atingir 0,001 mbar. Nestas pressões a distancia média entre as moléculas é significativa em relação às dimensões do equipamento, isto é a distância entre a superfície onde ocorre a ebulição e a superfície onde ocorre a condensação que dever da ordem de milímetros. Com isso, elimina-se o maior entrave da evaporação em altos vácuos: a perda de carga.
A grosso modo, o destilador molecular consiste de um cilindro vertical encamisado por onde escoa uma película da mistura a ser fracionada. Na camisa circula o fluido de aquecimento que faz com que a película entre em ebulição. Bem próxima a superfície da película existe uma outra superfície cilíndrica refrigerada onde o vapor é condensado. O condensado restante sai pela base e o vapor sai pelo topo. O que tem que ser milimétrica é a distância entre a superfície da película e a superfície onde ocorre a condensação.
Para dimensionar a fórmula de Langmuir é útil, ela fornece o fluxo em kg/m2h a partir da pressão em bar, temperatura em Kelvins e peso molecular em Dalton.
A destilação molecular é usada para separar substâncias de alto peso molecular, entre 250 e 1200 Dalton, muito sensíveis ao aquecimento. Neste sentido a destilação molecular concorre com a liofilização.